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Por que o investimento pré‑fixado ganha espaço com a queda dos juros

Com a sinalização de que a taxa Selic pode entrar em um ciclo de queda nos próximos meses de 2026, muitos investidores começam a se perguntar: como esse novo cenário impacta as escolhas de investimento?

Quando os juros ficam elevados por muito tempo, aplicações atreladas à Selic costumam dominar as decisões. Mas, à medida que o mercado passa a esperar uma redução dos juros, outros investimentos começam a chamar mais atenção. Entre eles, o investimento pré-fixado.

Continue a leitura para entender por que o investimento pré-fixado tende a se destacar em momentos como esse, para quem ele faz mais sentido e quais cuidados são mais importantes antes de investir.

O papel do investimento pré-fixado em um cenário de mudança dos juros

Quando o mercado passa a trabalhar com a expectativa de queda dos juros, as escolhas de investimento também começam a mudar. Nesse cenário, o investimento pré-fixado costuma ser uma opção interessante por oferecer mais previsibilidade ao investidor. 

Nesse tipo de aplicação, a taxa de rendimento é definida no momento do investimento. Isso significa que o investidor sabe, desde o início, quanto vai receber no vencimento, mesmo que os juros da economia mudem ao longo do caminho.

Segundo Alessandro Griep, Consultor de Investimentos da Transpocred, é justamente essa característica que torna o pré-fixado mais atrativo em momentos de transição dos juros: 

 “Os investimentos pré-fixados funcionam como um ‘contrato’, em que você trava uma taxa de rendimento no momento da aplicação.” 

 Na prática, isso significa aproveitar o momento em que as taxas ainda estão elevadas para garantir uma rentabilidade que continuará valendo mesmo depois que o cenário mudar.

Quando o mercado passa a entender que os juros não devem permanecer altos por muito tempo, as taxas oferecidas nas novas aplicações começam a cair.

“Por isso, quem aplicou antes da queda consegue garantir rendimentos maiores por todo o período da aplicação, mesmo que os juros da economia fiquem mais baixos no futuro”, explica Alessandro.

Esse é um bom momento para considerar investimento pré-fixado?

De forma geral, sim – especialmente quando há sinais claros de que o Banco Central pode iniciar um ciclo de cortes nos juros.

“Em geral, o pré-fixado faz mais sentido quando há um movimento consistente de queda da Selic ou quando o Banco Central sinaliza que continuará reduzindo os juros”, afirma Alessandro.

Isso acontece porque, antes da queda ganhar velocidade, as taxas oferecidas costumam estar em um patamar mais elevado.

“É justamente nesse momento que se abre a oportunidade de travar uma boa rentabilidade futura”, completa.

Ainda assim, o consultor reforça que essa decisão nunca deve ser tomada de forma isolada ou automática:

“A análise sempre depende do perfil do investidor, do prazo disponível e dos objetivos financeiros.”

Ou seja, o investimento pré-fixado pode ser uma boa estratégia dentro de um planejamento, e não apenas uma reação ao cenário do momento.

Para que tipo de investidor o pré-fixado faz mais sentido hoje

O investimento pré-fixado não é uma escolha universal, e isso é importante deixar claro. Ele tende a funcionar melhor para quem consegue alinhar prazo, objetivo e disciplina.

De acordo com Alessandro Griep, o pré-fixado costuma fazer mais sentido para investidores que têm metas bem definidas, com data para acontecer. É o caso, por exemplo, de quem está se planejando para:

  • Comprar um carro;
  • Fazer uma reforma;
  • Pagar um compromisso futuro;
  • Ou reservar um valor para um objetivo específico, como casamento ou estudos.

“O pré-fixado é interessante para quem tem um objetivo com prazo definido e quer garantir uma rentabilidade sem depender das oscilações do mercado ao longo do caminho”, explica o consultor.

Outro ponto importante é o perfil de risco. O pré-fixado não tem a volatilidade da renda variável, mas também não é isento de risco.

“Se o investidor precisar resgatar o dinheiro antes do vencimento, pode acabar perdendo parte do valor investido. Por isso, ele exige planejamento e compromisso com o prazo”, alerta Alessandro.

Para resumir, o investimento pré-fixado tende a funcionar melhor para quem:

  • Não precisa do dinheiro no curto prazo;
  • Consegue respeitar o vencimento da aplicação;
  • E entende que ele faz parte de uma estratégia maior, e não de uma decisão isolada.

Investir com estratégia faz toda a diferença 

Com a expectativa de queda dos juros, surgem oportunidades interessantes, mas também aumenta a importância de investir com planejamento e acompanhamento. 

Como você viu ao longo deste artigo, o investimento pré-fixado pode ser uma boa alternativa em um cenário de transição da Selic, especialmente para quem busca previsibilidade e tem objetivos bem definidos. Ainda assim, ele não deve ser analisado de forma isolada. Antes de investir, é importante considerar pontos como: 

  • O prazo da aplicação; 
  • A necessidade de liquidez; 
  • A segurança do investimento; 
  • E a diversificação da carteira.

Mais do que escolher um produto específico, o ideal é entender qual faz mais sentido para o seu momento financeiro. 

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Quer saber qual investimento faz mais sentido para você neste cenário de juros? Converse com a nossa equipe e conheça as opções de investimentos disponíveis na Transpocred. 

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